[Resenha] Sem Saída - Taylor Adams!

Título: Sem Saída

Autor: Taylor Adams

Editora: Faro editorial


Resenha: Taylor nos apresenta Darby Thorne, uma jovem universitária que teve seus planos de Natal tristemente modificados quando fica sabendo repentinamente que sua mãe está com uma doença em fase terminal e prestes a ser submetida a uma cirurgia de urgência. Sem pensar duas vezes ela pega seu carro e parte às pressas para o hospital onde a mãe está - temendo que não a encontre mais com vida.

Como se já não fosse problema demais, ela teve que se deparar com uma nevasca que conforme avançava pela estrada coberta de gelo, tudo parecia piorar. Para completar, tudo parecia ter resolvido dar errado ao mesmo tempo: ela nota o celular com pouca bateria, sem sinal e o limpador do para-brisa quebra mais adiante.

Sem ter saída diante daquela nevasca, ela é obrigada a parar num Centro de Informações Turísticas onde lá dentro já se encontrava mais quatro pessoas, todas – aparentemente – ali presas pelo mesmo motivo que ela. São Ashley, Lars e os primos Ed e Sandi, que ficam sabendo por um rádio que ficarão presos ali por mais 8 ou 10 horas até que cheguem os limpa-neves.

Na tentativa de achar um sinal de celular, ela vai para o lado de fora e a cena que – sem querer – ela visualiza, mudará todo o curso da sua noite. Há uma criança presa e amordaçada dentro de um canil portátil, num furgão cinza e que, com toda certeza, pertence a algum dos desconhecidos que se encontram dentro do local.

Agora ela não consegue fechar os olhos para o que viu e fingir que nada está acontecendo e disposta a ajudar a garota, ela volta para dentro do local para tentar descobrir quem é o dono do veículo e buscar pelo menos um aliado. Para isso ela precisa de toda calma e inteligência do mundo, pois um passo mal dado, pode colocar tudo a perder, qualquer deslize pode ser o fim.

O desenrolar é eletrizante, Derby descobre com cada novo passo que dá, na busca do resgate da criança, que não se trata mais de somente libertar a garota, mas salvar a sua própria vida também.

De enredo extremamente interessante, curioso e de desenrolar eletrizante, todo o livro se resume a uma única noite, mais precisamente, a alguma horas e daí já podemos notar o quanto a trama rende muita aflição e surpresas. A narrativa é espetacular, tudo bem descrito e na íntegra, o que contribuiu para nos passar tudo de forma a parecer assustadoramente real!

Um suspense de – literalmente – tirar o fôlego. Em vários momentos me vi em choque. O autor descreve tudo tão bem que facilmente você consegue visualizar cada cena e sentir todo o terror psicológico por trás delas. De ritmo frenético, Sem Saída é um livro que nos apresenta os principais elementos que um bom suspense precisa para fisgar o leitor. E que fisgada! O ritmo da leitura se torna tão voraz na mesma medida em que tudo vai ferozmente acontecendo e em momento algum isso é perdido. Esplêndido!

Mais que recomendado!

[Resenha] Quando ela desaparecer - Victor Bonini!

Título: Quando ela desaparecer

Autor: Victor Bonini

Editora: Faro Editorial

Resenha: Francisca Silveira do Carmo, ou somente Kika, é uma garota de 16 anos que sumiu durante uma excursão escolar e já se encontra desaparecida há dois meses. Não há muitas pistas sobre o seu desaparecimento além de um colar deixado na mata, onde supostamente ela teria entrado.


Kika é de origem humilde, é órfã de pai e extremamente bonita, chamando atenção de todos por sua beleza notável, o que lhe rende uma aproximação muito maior com os garotos e desperta inveja nas garotas – o que também a torna vítima de bullying, se vendo obrigada a se isolar sempre. Há dois anos a menina passou por uma situação que a deixou à beira da morte e poucos acreditavam que ela sobreviveria. E agora, lutando para se recuperar do episódio anterior, surge mais esse problema: um misterioso desaparecimento e que ganhou a mídia nacional. Vários profissionais se envolveram nas investigações e a lista de suspeitos só cresce conforme as pistas vão surgindo. Poderia ser Kika mais uma vez uma sobrevivente? Há relação entre os dois episódios?

Em formato de livro-reportagem, que conta a história pela ótica jornalística, “Quando ela desaparecer” traz uma narrativa aos olhos de Sarah Meireles, uma profissional que não só acompanhou o desenrolar do caso, mas presenciou fatos importantes. Com capítulos intercalados entre presente e passado, vamos conhecendo através de depoimentos e relatos, mais da vida e comportamento da nossa protagonista e de todos os eventos que a rodeiam.

Ao passo que conexões vão sendo reveladas, segredos descobertos e o circo parece estar se fechando, a história ganha outros desdobramentos e alguns inocentes também passam a ser o alvo. Mas por quê?

O autor tem uma narrativa tão brilhante que de forma inteligentíssima consegue unir todos os elementos que deixam a leitura atrativa. De construção dinâmica, vemos a história de Kika se desdobrar através de formatos que ajudaram a enriquecer a história... fotos, manchetes de jornais, mensagens de textos & e-mails, flashbacks, mapas, tudo o que facilmente corroboram para melhor elucidar e nos arrebatar para dentro da história de forma eletrizante. Um livro movimentadíssimo que quando você acha que foi chegado o desfecho, segredos vem à tona causando uma reviravolta surpreendente, remexendo o quebra-cabeça que até então achávamos que estava praticamente formado.

Bonini nos presenteia com uma obra recheada de mistério e suspense. Ele vai construindo uma trama de forma a saber fisgar o leitor e obrigá-lo a continuar lendo. Finaliza os capítulos de forma que aguça nossa curiosidade, nos dando pistas do que vem a seguir e quando você se dá conta, já finalizou a leitura. Achei o desfecho estarrecedor e altamente imprevisível, nunca e nos meus maiores e melhores chutes, eu imaginaria algo como o que foi. Claramente vemos o quanto a mídia pode influenciar a opinião pública e o quanto existem decisões desacertadas por erros de pré-julgamentos. Um retrato assustador da nossa sociedade que nos faz refletir e pensar que foi uma ficção, mas poderia ser totalmente possível.

Bonini foi uma das gratas surpresas que eu tive esse ano.
Que orgulho tê-lo no time da nossa literatura nacional!
Livro recomendadíssimo!

[Resenha] A guerra que salvou a minha vida - Kimberly B. Bradley!

Título: A guerra que salvou a minha vida

Autora: Kimberly B. Bradley

Editora: Darkside Books


Resenha: Em “A guerra que salvou a minha vida” conheceremos a comovente história de Ada, uma criança que desde cedo foi obrigada a conhecer o lado cruel da vida. Ada e seu irmãozinho, Jamie vivem com a mãe em Londres em um lar precário e isento de qualquer tipo de afeto materno, tudo porque a sua mãe tem vergonha pela garotinha ter nascido com o que eles chamam de “pé torto”, fazendo da vida da menina um verdadeiro inferno, lembrando-a o quando ela é uma aberração, além de obrigá-la a lhe servir e ficar presa num armário úmido com baratas se ela ousasse falar ou fazer algo que não devia. Diante disso, a menina é obrigada a viver trancada no pequeno cômodo para que ninguém a veja e só tem a janela como distração - que é onde ela observa a rua e vai e vem das pessoas.

É 1939 e concomitante com a guerra que estava sendo declarada lá fora por Hitler, existia a guerra da Ada. A luta da menina que desde tão nova sofria preconceito e desprezo dentro da própria casa e que só tinha o irmão como a sua única fortaleza e motivo pra lutar.

Enquanto Londres era ameaçada ser bombardeada, as crianças eram evacuadas para o interior para serem rearranjadas em famílias que pudessem agregá-las e mantê-las seguras. Sabendo que sua mãe poderia não mandá-la junto com as outras crianças e temendo ficar longe do irmão, foi chegada a hora da pequena Ada enfrentar as duas guerras. A de Hitler e a dela.

Ada começa treinar para ficar em pé e dar passos curtos. E depois de muitos esforços e ousadia, a menina parte – sem sequer pedir permissão e sobrevivendo não só a dor física, mas psicológica – com o irmão, rumo ao que poderia ser sua liberdade.

No interior, essas crianças vão parar na casa de Susan, uma mulher que não estava preparada para recebê-las e não queria cuidar de ninguém. Mas conforme os dias passavam teve-se início uma relação de mão dupla... Ao passo que Susan ia superando o luto, a depressão, a solidão e se abrindo para um recomeço, as crianças também iam se encontrando - no novo lar elas tinham muito além de roupas quentinhas e limpas, comida e lazer... tinham amor fraternal.

Uma história cheia de personagens quebrados por dentro e que carregam histórias dolorosas, mas fortes e reais, num cenário mais doloroso ainda, que tomado por batalhas, disputas políticas, ganância, ambição e sede por poder que foi a Segunda Guerra Mundial, ainda resultava em soldados por toda parte, bombas, crianças evacuadas para lares provisórios e adultos assustados a cada esquina.

A inocência de Ada e Jamie são pontos fortes do livro, é lindo acompanhar o crescimento deles e o abrir de coração - que não é tão rápido -, principalmente falando da Ada que demora bastante para confiar em Susan e entender que agora ela é amada e bem cuidada. Porém, isso é totalmente justificável pela bagagem dolorosa que ela carrega consigo e por nunca ter conhecido de perto a bondade humana. Vê-los tentar superar suas limitações e lutar para se encaixar como qualquer criança, mesmo em meio à dor – que era palpável - e toda a carga de desprezo que elas carregam, foi plausível. Era algo peculiar e extraordinariamente cativante.

Uma história que mostra a desumanidade por trás da guerra, mas que também fala de amor e recomeço. Kinberly soube transformar uma premissa que aparentemente era simples, em algo fascinante.  Amo histórias ambientadas em conflitos e essa entra para o topo das favoritas. Achei uma cartada forte e bem pensada da autora colocar a narrativa em primeira pessoa por uma criança, o que deixou tudo ainda mais intenso e dramático, que vai além da carga pesada que já é, por si só, o evento traumático que foi a Segunda Guerra Mundial.

[Resenha] É assim que acaba - Colleen Hoover!

Título: É assim que acaba

Autora: Colleen Hoover

Editora: Galera Record


Resenha: Narrado em primeira pessoa, “É assim que acaba” vai nos apresentar Lily, que desde muito cedo foi obrigada a conviver num lar conturbado onde sua mãe sofria violência doméstica. A garota presenciou por muito tempo sua mãe sofrer todo tipo de violência por parte do seu pai - que ia de agressões psicológicas à físicas. Lily se revoltava muito quando esses fatos aconteciam porque nunca conseguiu entender por que sua mãe permitia aqueles abusos e insistia em uma relação tão dolorosa.

Quando a história contada no livro tem início, é justamente após a morte do seu pai, que era o prefeito da cidade e era visto por todos como um homem de bem - quando ela e sua mãe sabiam que não se tratava disso. No meio desse transtorno após a perda, ela conhece Ryle um neurocirurgião que na noite em que se cruzaram também estava enfrentando um drama e foram atraídos, um pelo outro, por suas dores. Um rapaz extremamente atrativo, mas com aversão a relacionamentos sérios.

O livro é intercalado por uma narrativa em tempo real e outra narrativa em que Lily nos apresenta através do seu diário, como era a vida dela enquanto o pai estava vivo, ao passo que também nos apresenta Atlas, um amor de infância.
Meses depois Lily e Ryle se reencontram pela primeira vez após aquela noite e percebem o quanto ainda sentem atração um pelo outro. Lily agora mora sozinha, é dona do seu próprio negócio e conforme a história se desenrola, vamos vendo a vontade que o casal tem de ficar juntos e vendo também todos os ‘contras’ que permeiam a relação.

Quando não se é mais possível evitar a atração, Ryle se entrega. E avassaladoramente o casal começa a viver uma grande história. Uma história de amor, emoção, muita química, mas como nem tudo são flores... também veio no pacote muita decepção e dor. E pouco a pouco vamos vendo que quanto mais o casal avança na relação vão surgindo fatos que começam a desestruturar o molde que eles tentaram criar. Isso tudo aliado ao aparecimento de Atlas que, surge sem esperar e dá uma bagunçada nas emoções da protagonista.

E daí o que acontece nos capítulos seguintes é tudo o que Lily nunca esperou que pudesse acontecer com ela. A vida é realmente uma caixinha de surpresas e garota vê sua vida sair dos eixos da noite para o dia. Foram novidades, impactos e mudanças demais para suportar e que a fez se questionar até que ponto ela se conhecia e tinha forças para tomar as decisões certas. O conflito que ela passou a enfrentar era algo que ela sempre julgou não poder existir numa relação, mas agora ela estava vivendo aquilo na própria pele e entendendo que há coisas e questões que não são tão simples de serem resolvidas. E agora ela entendia tudo!

E a gente entende também!
Colleen mostra através da personagem, o quanto é angustiante se sentir e estar enclausurada em uma situação onde há amor, mas precisa haver renúncia. Há o medo de ficar e o medo maior de partir. Um abismo imenso entre o querer se libertar e conseguir de fato. Uma luta diária. Uma luta interior que só quem vivencia pode mensurar.
A autora criou um universo tão real e tão particular para muitos, que não foi difícil entender várias das motivações da personagem. Entendemos sua dor, suas dúvidas, seus questionamentos, suas escolhas. Digo ‘particular para alguns’ porque infelizmente existe a parcela de mulheres que já tiveram – e tem - que ver e sentir de perto o sofrimento desse tipo de violência dentro das suas próprias casas e ainda são julgadas pela sociedade – o que não deixa de ser um dos motivos para muitas não terem coragem de denunciar.

É assim que acaba” é mais uma GRANDE história de Colleen Hoover. Mais uma grande história da autora corajosa e que de forma franca, fala de assuntos importantes e de forma a despertar empatia até em quem nunca passou por situação parecida. A autora construiu uma personagem tão esplendorosa, digna dos mais sinceros aplausos, que ficou fácil nos colocarmos no lugar dela e entender assim, a situação de milhares de mulheres que estão em posições semelhantes.

A decisão que a personagem tomou no final, embora dolorosa, foi necessária e intimamente corajosa. A história de Lily ainda vai inspirar muita gente. Aquele final PRECISA inspirar muita gente! Um livro necessário. Dá aula sobre empoderamento, empatia.

Esse é o nono livro que eu leio da autora e Colleen segue sendo uma das minhas autoras favoritas, não só por conseguir me arrebatar para dentro dos seus enredos, mas também por conseguir mostrar, através de cargas emocionais altíssimas e intensas, sempre as coisas certas a se fazer nas situações mais erradas.
De escrita inteligentíssima e muita habilidosa, ela consegue transformar premissas comuns em histórias incrivelmente bem contadas. Esse livro é mais do que um incentivo e um alerta, é um grito de liberdade. E que ele possa transformar a vida das muitas mulheres que tem esse grito preso na garganta seja lá por quanto tempo.

Um livro impactante sobre abuso e renúncias, mas também sobre amor, luta, escolhas! A Nota da Autora no final do livro me fez amá-la e admirá-la ainda mais. Saber que a história de Lily é tão particular sua e contribuiu para a estrutura do livro, foi mais que admirável, foi corajoso.

O mundo precisa conhecer esse livro, por favor, leiam!


[Resenha] Os Últimos Jovens da Terra - 4 Contra o Apocalipse - Max Brallier!

Título: Os Últimos Jovens da Terra - 4 Contra o Apocalipse

Autor: Max Brallier
Ilustrador: Douglas Holgate

Editora: Faro Editorial – Selo MilkShakespeare


Resenha: Nosso protagonista se chama Jack Sullivan e é, notavelmente, um simples garoto de 13 anos. Vive na cidade de Wakefield, mas já percorreu vários lugares, pois é órfão e infelizmente vive passando por vários lares adotivos... Até que finalmente consegue se fixar em um lar, o da família Robinson, que mesmo não fazendo tanto questão em tê-lo por perto, é lá onde tudo começa (ou termina).

Wakefield e o mundo inteiro está uma loucura, tudo está de cabeça para baixo há um pouco mais de 40 dias e o garoto se vê sozinho no Apocalipse dos Monstros, porque até os Robinson fugiram sem ele. Com o apocalipse, a cidade esta quase vazia, muito gente fugiu, outros morreram e o que restou foram monstros e zumbis para enfrentar! Mas nosso protagonista não se dá por vencido e encontra nesse horror todo, uma forma de ser um herói e mostrar seu potencial, criando até desafios e traçando metas para chegar à sua vitória.


Decidido a não enfrentar tudo sozinho, ele tenta encontrar seu melhor amigo, Quint, que juntos - e sem esperar -, encontram também com Dirk, o valentão da escola (mas que depois baixa a guarda e se une aos garotos) e esse trio embarca numa super aventura para salvar June, sua crush e a que ele garante ainda estar viva. No caminho vão encontrando vários obstáculos, mas também encontram formas de driblar todos eles e ao passo que correm os mais terríveis riscos, também se divertem. Afinal, o fim do mundo é melhor com os amigos.


O desenrolar é bem movimentado e dinâmico. Com uma trama repleta de aventuras, o autor conseguiu criar cenários fantásticos - mesmo que ilustrando o “horror” do fim do mundo -, diálogos divertidos, batalhas inusitadas, criaturas enormes, zumbis assustadores e jovens corajosos - que facilmente cativa o leitor, numa escrita fluida e muito bem humorada.

Mesmo sabendo que tem continuação, achei que o final em nada ficou a desejar, ele termina de forma bem bacana e ainda assim consegue deixar no leitor a expectativa de querer saber como vai continuar.
 

O livro é o primeiro lançamento da Faro Editorial com o novo selo “Milk+Shakespeare” voltado para o público mais jovem e a edição - como já era de se esperar – está pra ninguém colocar defeito, a Faro mais uma vez caprichou... E com ilustrações de Douglas Holgate, que complementam o enredo, o livro se tornou ainda mais atrativo. 

Para ficar mais legal ainda, o livro foi adaptado para Netflix, que já disponibilizou o primeira parte. Então se você é fã de adaptações de livros, corre pra conferir.

No mais... Fica aí a recomendação de um livro divertido e mesmo sendo voltado para o público jovem, tem uma proposta que agrada todas as idades.

[Quote] O amor nas 4 estações - Victor Degasperi!

"Então entendo que realmente seremos sempre muito mais do que pensamos, porque, por dentro, sentimos sempre que somos muito mais do que imaginamos."

"Há universos que se pertencem. E quando eles se encontram, eles se reconhecem." 

"A vida me ensinou que os abraços são necessários e que quando dado com sorrisos algo precioso está acontecendo." 

"E devagar a nossa vida vai sendo contada em tom de quem realmente viveu o que era pra ser seu e não há sensação melhor do que olhar pro seu céu e ver as constelações de sorrisos que você viveu." 

Porque não podemos deixar que aquilo que nos faz o coração arrepiar não seja vivido por qualquer medo de não acertar. Nós sentimos para ser muito." 

"Voltar pra trás, muitas vezes, é mais perigoso do que o risco de ir. Os grandes momentos das nossas vidas partem de mergulhos corajosos." 

"O novo sempre chega para os corações abertos.”